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Quanto custa um site profissional: o que entra no preço e o que fica de fora

4 min de leitura

É a primeira pergunta de quase toda conversa sobre site, e a mais difícil de responder sem contexto. Peça orçamento a três fornecedores e é bem possível receber três valores muito distantes entre si. Nem sempre alguém está cobrando caro demais: na maioria das vezes, cada proposta está entregando uma coisa diferente com o mesmo nome.

Por isso, antes de olhar o número, vale entender o que forma o preço. Com isso na mão, dá para comparar propostas de igual para igual e saber exatamente pelo que você está pagando.

O que forma o preço de um site

Quatro coisas pesam mais que todo o resto:

  1. Quantidade de páginas com conteúdo próprio. Uma landing page de serviço único é um projeto; um site institucional com uma página para cada serviço é outro; um catálogo com dezenas de produtos é um terceiro.
  2. Quem produz o conteúdo. Texto escrito para aparecer no Google, fotos do trabalho real e organização das informações dão mais trabalho que o código. Se você entrega tudo pronto, o preço cai. Se o fornecedor escreve, ele sobe, e costuma valer a pena.
  3. Design próprio ou modelo pronto. Template adaptado é mais barato e serve para muita gente. Design próprio custa mais e faz diferença quando a aparência precisa passar confiança, como em clínica, escritório de advocacia e indústria.
  4. Integrações. Agenda online, área do cliente, catálogo com busca, pagamento e formulário ligado a outro sistema são funcionalidades, e não páginas. Cada uma é orçada à parte.

Os custos que continuam depois da entrega

O valor do projeto é só uma parte da conta. Todo site tem custos recorrentes, e eles precisam aparecer na proposta desde o começo:

  • Domínio: o .com.br custa R$ 40 por ano direto no Registro.br. É pouco, mas precisa estar registrado no CNPJ da sua empresa, e não no nome de quem fez o site.
  • Hospedagem: vai de quase nada, para sites leves e estáticos, até algumas centenas de reais por mês, para lojas virtuais e sistemas com muito acesso.
  • Manutenção: atualização de conteúdo, correções de segurança e pequenos ajustes. Pode ser mensal ou sob demanda, mas alguém precisa ser o responsável.
  • E-mail profissional, quando contratado junto, costuma ser cobrado por caixa de e-mail.

O site barato que fica preso ao fornecedor costuma ser o mais caro de todos. Só que a conta chega depois.

Sinais de que o barato vai sair caro

  • O domínio ou a hospedagem ficam no nome do fornecedor, e não da sua empresa.
  • Não existe proposta por escrito dizendo quantas páginas, quantas rodadas de revisão e o que não está incluso.
  • O fornecedor não mostra sites que estão no ar hoje, para você abrir no celular e testar.
  • Você não recebe nenhum acesso: nem ao painel, nem ao código, nem à hospedagem.
  • Ninguém fala em Google, velocidade ou celular, só em deixar bonito.

Nenhum desses pontos muda o preço do projeto em si. Eles mostram como o fornecedor trabalha, e é isso que define se o seu site vai continuar funcionando, e sendo seu, daqui a três anos.

Como pedir um orçamento que dá para comparar

Mande a mesma lista para todos os fornecedores. Assim as propostas voltam respondendo às mesmas perguntas:

  1. Quais serviços você quer que apareçam, um por linha. Cada um tende a virar uma página.
  2. Se você já tem textos, fotos e logo, ou se precisa que isso seja produzido.
  3. Dois ou três sites de que você gosta, e o que exatamente gosta em cada um.
  4. Que ação o visitante deve fazer: chamar no WhatsApp, ligar, pedir orçamento, agendar.
  5. Em que cidades você quer ser encontrado. Uma empresa de Taubaté que atende todo o Vale do Paraíba precisa de uma estrutura diferente da de quem atende só o próprio bairro.

E quanto custa, afinal?

Um site institucional enxuto, com poucas páginas e conteúdo fornecido pela empresa, costuma ter valor fechado e ficar pronto em duas a quatro semanas. Catálogos, áreas restritas e integrações são orçados pelo escopo, porque a diferença entre um projeto e outro é grande demais para caber numa tabela de preços.

O caminho mais curto para um número realista é uma conversa de meia hora com a lista acima em mãos. Aqui na Innovate Apps, a proposta sai por escrito, com escopo, prazo e valor fechado, e o domínio e a hospedagem ficam no nome da sua empresa desde o primeiro dia.

Escrito pela equipe da Innovate Apps, empresa de software em Taubaté – SP que desenvolve sites, sistemas web e aplicativos para empresas do Vale do Paraíba e de todo o Brasil. Veja como trabalhamos com criação de sites profissionais em Taubaté e região.

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